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A PERFISA® terá um papel ativo neste encontro, afirmando-se como parceiro estratégico na modernização do edificado e na promoção de soluções industrializadas, eficientes e sustentáveis, alinhadas com os desafios atuais da reabilitação urbana, da descarbonização e da otimização de custos de construção. Sem esquecer que os data centers exigem abordagens técnicas diferenciadas face à construção tradicional, com redundância de energia, climatização e segurança como requisitos essenciais. Estes factores oferecem vantagens essenciais, como redundância de ligações e redução de latência, cruciais para operadores globais e aplicações intensivas em dados. A empresa identifica três tendências que irão marcar este sector em 2026. Odestaque principal vai para os empréstimos para habitação concedidos a particulares, que registaram uma taxa de variação anual de 10,4% em Janeiro, a mais elevada desde Fevereiro de 2006
Dados Gerais de EDUARDO CAPINHA LOPES, S.A.
- O Belas Clube de Campo acaba de anunciar o lançamento de um novo conjunto de apartamentos 100% concluídos, prontos a habitar.
- Principal desafio foi criar uma oferta diferenciadora, contemporânea, de grande qualidade arquitetónica, e que integrasse, no mesmo espaço, serviços essenciais e inerentes a um estilo de vida jovem e urbano”.
- Já o novo edifício-sede da EDP em Lisboa, assinado pelo estúdio chileno ‘Elemental’, liderado pelo premiado Pritzker Alejandro Aravena, concorre na categoria de Escritórios.
- Inspirado pela inovação e concebido para responder às exigências contemporâneas da vida urbana, o Pousio nasce com a missão de oferecer habitação de elevada qualidade, plenamente integrada na dinâmica da cidade e em harmonia com os espaços verdes envolventes.
O imobiliário tem vindo a gerar cada vez mais procura como alternativa de investimento, face a outros formatos. O Belas Clube de Campo irá receber um projeto único, batizado como “Casa Invisível”. Além disso, os apartamentos do Belas Clube de Campo, contarão com uma "paleta de cores minimalista e elegante, em tons neutros e naturais", que "dá o mote e expressa a tendência e personalidade de quem valoriza uma vida moderna e confortável". Na opinião de Dattani, depois dessa reunião "tudo se virou de pernas para o ar. O Promontório saiu, Capinha Lopes entrou, toda a equipa que estivera envolvida estava de saída (…) Para mim o projecto acabou aí." Quanto a Rik Datanni, afirmou que se recordava do nome da Capinha lhe ter sido "ditado" e de ter vindo de "uma reunião com alguém ou do ministério, ou com alguém a um nível muito superior", realizada logo que a administração da Freeport soube que tinha havido um pedido de suborno de dois milhões de libras antes do chumbo do EIA. Os testemunhos coincidem na ideia de que as boas relações de Capinha com os responsáveis pela viabilização ambiental do projecto foram o elemento determinante da sua escolha.
A resposta obtida foi a de que eles conseguiam fazer passar o projecto em quatro a seis semanas, enquanto à Benoy havia sido dito que eram precisos mais quatro a seis meses. Já Nickolas Lamb afirmou que o Promontório "é uma empresa com reputação e historial de sucesso ao nível do retalho e Capinha Lopes não tem nada disso". Mas o que ressalta das declarações prestadas, tanto aos investigadores ingleses como portugueses, por testemunhas como Rik Dattani, gestor do projecto de Alcochete, Nickolas Lamb, director da Benoy, Peter George, consultor da Freeport, ou Jonhatan Rawnsley, director executivo do Freeport, mas também de documentos juntos aos autos, é que a troca do Promontório por Capinha Lopes foi motivada pela alegada proximidade deste com o Ministério do Ambiente e com o então ministro José Sócrates. Como foi tomada essa decisão, que deixou estupefactos os altos quadros da Freeport e o gabinete de arquitectos inglês Benoy – principal parceiro da empresa nessa área -, é qualquer coisa que os investigadores não conseguiram apurar, tanto mais que a investigação foi encerrada por decisão hierárquica antes de ser concluída.
Com uma linguagem de arquitectura moderna, o projecto tem a assinatura da Iperforma Portugal, o Pousio distingue-se pelo equilíbrio entre funcionalidade, eficiência e estética, proporcionando soluções residenciais adaptadas tanto a quem procura casa própria como a quem pretende investir no mercado imobiliário. A construção está a cargo de outra empresa do grupo, ACA Construction, e a comercialização foi entregue à Dils. Inspirado pela inovação e concebido para responder às exigências contemporâneas da vida urbana, o Pousio nasce com a missão de oferecer habitação de elevada qualidade, plenamente integrada na dinâmica da cidade e em harmonia com os espaços verdes envolventes. A construção deverá arrancar ainda em 2026 e a conclusão estimada dos dois primeiros edifícios é apontada para o primeiro quadrimestre de 2028 Recorde-se que a requalificação urbanística daquela zona tem sido alvo de estudos e apresentação de projectos, nomeadamente, em 2015 e, novamente, em 2020.
Saber mais sobre:Eduardo Capinha Lopes
As áreas comuns assumem um papel central na experiência residencial. O empreendimento é composto por três edifícios residenciais – Riacho, Folhagem e Orvalho -, cada um concebido como um condomínio fechado autónomo e independente, mantendo uma identidade arquitectónica comum, elevados padrões de acabamentos e um conjunto abrangente de valências. Este é um projeto que reforça o compromisso da Dils em promover empreendimentos diferenciadores e sustentáveis, alinhados com as expectativas dos clientes e com o futuro das cidades”, afirmou Nuno Pinto de Sousa, head Of Porto Office da Dils.
O que acontece é que transfere a responsabilidade para os ombros do coordenador do projecto e dos projectistas ilibando as Câmaras Municipais de qualquer responsabilidade. Em teoria, se um prazo legal for ultrapassado, o projecto deveria ser automaticamente deferido. O arquitecto fundador da Traçado ao Regulador tem sido uma das vozes críticas da sucessão de alterações legislativas que nos últimos anos o país tem conhecido motivadas pela necessidade de responder eficazmente à crise de habitação. O objectivo é evidenciar como a inovação tecnológica está a redefinir os processos e a elevar os padrões de qualidade na arquitectura, no urbanismo e na salvaguarda do património. Objetivo é evidenciar como a inovação tecnológica está a redefinir os processos e a elevar os padrões de qualidade
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Enquanto projecto residencial o Native é “único e diferenciador”, já que integra diferentes soluções, tais como, apartamentos, townhouses e lotes para construção de moradias, com assinatura dos arquitectos Miguel Saraiva e Capinha Lopes. O arquitecto criou áreas de muita luz natural no interior do edifício, proporcionando uma enorme qualidade de trabalho e conforto aos colaboradores que trabalham neste edifício. Empresite Portugal é o maior diretório de empresas de Portugal, que o ajuda a encontrar novos clientes através da publicação gratuita dos dados de contacto e atividade da sua empresa.
Acaba de ser lançado no município de Sintra um novo projeto imobiliário que promete levar a cidade ao campo. Trata-se de um projeto residencial que vai nascer às portas de Lisboa, no Belas Clube de Campo, pela mão da Bondstone, sociedade gestora de fundos portuguesa. Também podes acompanhar o mercado imobiliário de luxo com a nossa newsletter mensal de luxo. Acompanha toda a informação imobiliária e os relatórios de dados mais atuais nas nossas newsletters diária e semanal.
São peças modernas que mantêm a sua individualidade, que se destacam no meio ambiente, que se diferenciam umas das outras, mas que não são dissonantes”, explica o arquitecto, acrescentando que “são projectos capazes de promover a nova imagem do Belas Clube de Campo e de se promoverem a eles próprios”. Com uma oferta distribuída por um conjunto de apartamentos, townhouses e lotes para construção de moradias, num total de 366 unidades, o Lisbon Green Valley aposta na riqueza e sustentabilidade arquitectónica dos seus produtos. Situado a 15 minutos de Lisboa e integrado nos mais de 1000 hectares de floresta e biodiversidade da Serra da Carregueira, o novo projecto residencial alia a arquitectura à Natureza e beneficia de amplos espaços verdes e de uma multiplicidade de serviços de apoio e infra-estruturas disponibilizadas aos moradores, onde se destaca os campos de golfe.
CAPINHA LOPES – CONSULTING, GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE PROJECTOS, LDA
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Eduardo Capinha Lopes S A
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Na maioria das áreas do edifício existe uma solução moderna de tecto aberto com M&E exposta que é visualmente estimulante e facilita o acesso para manutenção. Este foi um conceito que a AGEAS já havia antecipado antes do surgimento do Covid-19 e que já vinha a implementar internamente desde 2018 para que quando o edifício estivesse concluído fosse possível incorporar na filosofia da empresa este conceito de trabalho híbrido. Ocupando vários edifícios em Lisboa, a seguradora belga Ageas consolidou as suas operações num novo edifício sede e contratou a lisbongreenvalley.pt Broadway Malyan para criar um espaço que respondesse às tendências de trabalho actuais e futuras, ao mesmo tempo que reflectisse a forte cultura e propósito da empresa. Para Capinha Lopes, houve aqui necessidade de “cumprir um programa”, ainda que pessoalmente, esta não seja, ainda, uma realidade que se reflicta nos seus projectos e que “demorará algum tempo a “assimilar” e a correctamente concluir sobre a total abrangência dessas novas necessidades, por exemplos, espaciais ou mecânicas”. Se o trabalho conceptual do edifício foi desenvolvido muito antes de sequer ouvirmos falar em Covid-19, já o mesmo não se pode dizer da sua construção, cuja parte considerável decorreu nos períodos mais complicados da pandemia. Com projecto de arquitectura de Eduardo Capinha Lopes, o edifício permite “um jogo constante de sombras”.
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